segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A importância de um bom estágio

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A frase, educação direito de todo cidadão e dever do Estado, não deve ser ouvida e utilizada como se essas palavras não devem sair do papel, todo cidadão comum que pagam seus impostos tem o direito de ter acesso a uma educação de qualidade gratuita, com acesso a todos, financiada e mantida pelo poder público, garantindo: ações coerentes e articuladas que promovam a unidade do sistema, laicidade, respeito às diferenças, convivência sem discriminações ou privilégios.
Para a qualidade deve haver uma boa qualificação profissional para as pessoas que fazem parte da educação, entre vários itens há o estágio, ele proporciona o complemento as atividades desenvolvidas dentro de sala de aula.
Importantíssimo para uma boa formação profissional pois é através dele que o educador conhece como é o trabalho dentro de uma escola, entende como funciona o dia a dia para saber se essa é realmente sua vocação. Ele mostra na prática o que aprendemos na teoria, proporcionando a realidade do que estamos estudando e contribuindo para o desenvolvimento nas habilidades pré adquiridas, propiciando oportunidade fazendo perceber nossas próprias deficiências e buscando nos aprimorar nelas, estimula o senso crítico, entre outros exercícios de conhecimento.
Eu pessoalmente gostaria de dizer que o meu está sendo uma experiência muito importante e está contribuindo para a minha vivência pessoal e profissional, através dele estou descobrindo novas maneiras de fazer a mesma tarefa, e novas tarefas que podem ser feitas com as mesmas maneiras.
Participar da vivência em sala de aula, está me fazendo adquirir habilidades que eu talvez não tivesse notado, e estimula minha mente para as novas práticas didáticas que muitas vezes só ouvi dizer em sala de aula da faculdade. Minha experiência está sendo proveitosa e me deixa mais preparada para minha escolha como professora.
Os pais dos alunos deveriam cobrar o currículo profissional do professor, e averiguar se ele está qualificado para a prática docente, através da faculdade que ele se formou, quais os requisitos para conseguir o diploma, como foi elaborado seu currículo, e quais os processos foram exigidos dele. Hoje o estágio é obrigatório, e visa uma complementação do aprendizado desenvolvido em sala, o professor não obtém o diploma se não for cumprido de forma integral, mas nem sempre foi assim, por isso é fundamental acompanhar o currículo profissional do professor pois a educação passa por mudanças constantes e nem sempre a pessoa está qualificada e apta a desenvolver o trabalho pedagógico dentro dos parâmetros atuais. Fique atento com quem está dando aula para seu filho, pois esse momento vai ser importante para o resto da vida dele, o que se aprende numa boa escola, com bons profissionais jamais é esquecido.

Elaine Vieira Silva e Priscila de Araujo Pither

sábado, 27 de outubro de 2012

Você Sabia?

Há Pedagogos que atuam em empresas? Pois é, essa profissão é bem mais ampla do que se imagina. Libânio (200, p.22) diz que “Educação é o conjunto de ações, processos, influências, estruturas, que intervêm no desenvolvimento humano de indivíduos e grupos na sua relação ativa como o meio natural e social, num determinado contexto de relações entre grupos e classes sociais.” ele não cita que isso só deve ocorrer somente dentro de instituições de educação, as pessoas estão acostumadas a ver professor em escolas e muitas acham que ele se limita a isso, pois há profissionais nos mais diversos lugares. O pedagogo que trabalha em empresas, atuam auxiliando os funcionários no seu crescimento tanto no pessoal quanto profissional, tendo em mente que as pessoas precisam ser preparadas e motivadas, pois buscando desenvolver seu potencial e enfatizando suas habilidades, o profissional cria autonomia e responsabilidade, gerando crescimento pessoal consequentemente empresarial.

Outra curiosidade é o sistema de educação hoje aceita, podemos ter vários tipos de educação, como formal, informal e não formal. A diferença entre elas é a forma de conhecimento desenvolvida por cada, enquanto a formal é a que tradicionalmente aceitamos como a correta, com escola e professor, a informal é aquela que acontece fora dos sistemas convencionais de educação, como por exemplo dentro de aldeias indígenas, já a não formal é o processo pelo qual a pessoa passou durante toda sua vida e demonstra com habilidades e comportamento que uma pessoa possui. A educação é permanente por isso é necessário desmitificar a ideia de que o crescimento só ocorre dentro dos muros da escola e essa é a intenção dos novos profissionais da educação, compreender a ação da sociedade atual, buscando o crescimento e uma boa formação do individuo porém respeitando seu conhecimento prévio, mostrando-o que esse processo educação é constante.

Edilaine Nascimento da Silva e Elaine Vieira Silva

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

DICA DO DIA

Hoje eu vou recomendar um endereço de facebook muito legal, é o Pense novo https://www.facebook.com/pensedenovo é uma pagina, que fala sobre natureza, respeito, onde há várias dicas legais sobre sustentabilidade. Uma frase legal que peguei na própria pagina é "Você é a mudança que o mundo precisa", acho que o site se resume nela, essa imagem é só para dar água na boca.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O QUE É CULTURA?

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Vivemos em um mundo multicultural, que independente da cultura escolhida ou nascido a pessoa está inserido nela, sempre há um motivo para participar de alguma comunidade especifica como a manifestação de alguma habilidade, a comunicação de algo sob a forma de uma linguagem diversificada, valor e importância em um determinado assunto ou simplesmente ritmo que embala a vida do ser humano em cada momento de sua vida.
Uma cultura se forma através de trabalho cooperativo, objetivos comuns, valores, crenças, enfim todos os costumes e capacidades do membro dessa cultura, a arte está inserida em todas as culturas para manifestar a emoção. Quando se forma uma cultura sempre há varias formas de manifestação, um gingado novo, um ser que nasce e se transforma através de uma tradição e costume. A musica por exemplo une transforma, socializa, agrada e trás alegria. Impossível imaginar uma nação sem uma dança típica, sem roupas que caracterizam essa comunidade, costumes e um ritmo que embala esse povo.
Um ser humano pode não saber ler não ter educação fundamentada na escola, mas se você perguntar a ele, qual a cultura com que ele se identifica, ou qual seu passatempo preferido, com certeza lhe dirá uma lista de musicas, artes, religião, e pessoas parecidas com ele com o quem se espelha e socializa, tradições que viveu e ouviu dizer, e uma serie de momentos que conduzem sua trajetória social, muitas vezes achando que isso não significa cultura já que muitas vezes esse termo não está inserido no seu cotidiano.
As pessoas se identificam com outras pessoas que estão por perto, com quem ela convive, que lhe ensinam e pelo que vai escolhendo durante o decorrer da sua vida. Seu desenvolvimento durante sua trajetória faz com que seu lado critico fique mais aflorado, tanto nas suas raízes quanto nas suas escolhas e essas vão ampliando conforme seu conhecimento, muitas vezes compreendendo melhor a cultura que nasceu, buscando formas de ampliação e explicação para rituais ou expressões antes não compreendida.
Aí que entra a educação, não para excluir o indivíduo do seu “habitat”, e sim como uma forma de buscar compreender os motivos que fez com que seus antepassados utilizassem aquela determinada forma de expressão para se comunicar. O intuito da instituição é ampliar conhecimento buscando respeitar o que o aluno já trás de casa, englobando a sociedade em que vive.
A educação quando os portugueses invadiram o Brasil, era feita por padres jesuítas, que vieram da Europa com a intenção de aumentar a quantidade de fiéis da igreja, que estava sendo dizimada com a reforma protestante. Por outro lado Portugal necessitava de mudar o comportamento dos nativos, e convencê-los de que os costumes europeus eram o correto. Com isso foi aumentando a diferença e havendo a mistura do Brasil, tanto de raça quanto em costumes. Não é correto dizer que o costume indígena da época era incorreto, apenas não era o que quem tinha mais força estava costumado a conviver. O que é diferente não é errado, apenas diferente.
Ao longo dos anos as diferentes culturas inseridas na sociedade brasileira mudaram o conceito e os objetivos, tiveram funções importantes adquirindo um estrelaçamento junto com conceitos lúdicos, morais, pedagógicos, psicológicos acrescentando na formação social. Se antes era apenas pra manifestar suas crenças, conforme os anos, foram nascendo cultura de protestos para manifestar a união, haver dignidade e igualdade e o respeito social.
A escola de hoje tende a ser flexível com a cultura local, não deixando de lado o objetivo de estender o conhecimento do educando, e sim fortalecendo sua convivência, buscando compreender e ampliar sua compreensão em relação ao mundo. O conhecimento pode se constituir como uma ferramenta de busca com a igualdade, a capacidade de invenção é fruto das necessidades humanas, as pessoas não costumam inventar pelo simples prazer do inventar, é diante das necessidades que o ser humano desenvolve sua capacidade criativa e cria, porém não se deve esquecer suas origens, pois inteligência não muda o seu caráter. A ilusão que alguns acham que tem ao adquirir conhecimento e ser superior não passa um pensamento errôneo que o fará regredir ao invés do contrario.
Não basta, portanto, ao ser humano estudar, mas é preciso, antes de mais nada, selecionar aquilo que se estuda e se guarda, de modo a se conhecer coisas úteis e benéficas, respeitando seus principios, onde se cultiva suas raízes e tradições necessárias para sua construção de conhecimento.


EDUCAÇÃO


Durante toda a história da republica no Brasil, acostumamos a ouvir uma série de frases, relatando a crise na educação, crescemos acreditando que a educação está defasada, a questão está em ir além da constatação; Qual a razão da crise?
            A escola não está isolada do mundo, faz parte da organização social das mudanças ocorridas tanto no cotidiano, quanto no ser humano em si. Se tivermos uma sociedade ruim, abaixo das condições sociais, não conseguirem adquirir dentro da escola, pessoas com educação exemplar, pois as pessoas reproduzem aquilo que vêem. Só conseguiremos diminuir o lado negativo da escola quando tivermos igualdade, não haverá situação igualitária enquanto tivermos em crise, essa crise que diferencia os seres humanos pelos que possuem e não pelo que são.
A mudança é constante e necessária, vindo de todas as camadas procurando a evolução.
            Uma escola inserida dentro de um grupo social que convive com a violência, que não há saneamento básico, água encanada, as ruas são becos, vielas, e as crianças às vezes não tem o que comer em casa, isso reflete e muito no aprendizado, uma escola estabelecida num pais de injustiça social vive em crise.
            Mas não é só que vive em situação de extrema pobreza que cultiva uma situação ruim escolar, a classe que atualmente se denomina a nova classe média, às vezes por ter um carro, ou possuir sua casa própria, se acomoda e não continua investindo no seu conhecimento, deixando de participar das decisões sociais importantes, por achar que já possuem o suficiente para a sua sobrevivência e sua família. Isso pode ser cômodo agora, pois a situação atual está favorável, mas pode prejudicar o meio em que vive, pois nem sempre seu entorno compartilha da mesma forma de vida, e uma sociedade sem igualdade afeta a todos, pois necessitamos de convivência em grupo para nossa sobrevivência.
A crise da escola publica começa nos anos 70, quando as camadas populares começam a entrar na escola publica, pois as pessoas de poder financeiro, não querem misturar suas famílias, com as pessoas que não possuem o mesmo poder, até então as escolas ruins eram as particulares.
            A faculdade publica são ditas ainda boas, porque as camadas populares não conseguiram chegar até ela, isso na concepção de muitas pessoas, inclusive, mesmo sem perceber, as camadas populares, pensam dessa forma, pois estamos inseridos num meio, que tenta nos impor que ter dinheiro é sinônimo de conhecimento e superioridade. O status da universidade no geral está ligado à classe social.
Por isso nós, enquanto educadores deveram atentar que cada aluno é único e tem suas particularidades. Devemos ser flexíveis em nossa missão de educadores e não instrumentos que contribuam para o fracasso do aluno.
Educar vai muito, além disso, está ligado aos valores, atitudes, normas e ações. E é neste momento que a família mostra seu importante papel. A desmotivação se dá porque o aluno não se envolve com os conteúdos que são apresentados para ele de forma desinteressante. A escola precisa buscar formas de tornar o aprendizado mais atraente para os alunos.
Nossas crianças necessitam de amor, informação, compreensão e, acima de tudo, educação. Educá-los para seguir um caminho do bem, levando-os a reconhecer o verdadeiro sentido da justiça, da igualdade social, da amizade, honestidade e hombridade.




Edilaine Nascimento da Silva e Priscila de Araujo Pither

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Mais um dia em São Paulo

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Essa imagem tem o nome de Miserere foi tirada por Olivieiro Pluviano, que foi publicada na revista Carta Capital, ele descreve "Tirei esta foto em uma manhã de inverno na Avenida São Luís, no centro de São Paulo. Alguns meninos de rua dormiam nos respiradouros quentes do metrô, enquanto uma garoa fina começava a cair."

Esses meninos se juntaram ao bueiro pois dele sai gás, fazendo com que venha um ar mais quente, o que ajuda muito nos dias de inverno. Muitos passariam por ali e nem notariam a presença deles, pois infelizmente é algo corriqueiro principalmente nas grandes cidades no nosso pais, mas a sensibilidade do fotografo Oliveiro Pluviano fez essa imagem chocante e trágica vir a tona e ser vista mais de perto, um tapa na cara da sociedade.

Dificilmente nos colocamos no lugar desses meninos, para tentar entender a vulnerabilidade que vivemos, expostos a tanta miséria, e solidão. Por outro lado facilita a nossa consciência colocar a culpa no governo, assim nos dá a impressão que não somos responsáveis pela desordem que a sociedade vive, porque não somos nós que votamos as leis, não sou eu que deixo de investir na educação e saúde, para colocar o dinheiro em estádios para copa do mundo. É mais fácil lermos ou assistirmos noticias, e utilizá-las como se essas fosse as nossas opiniões, não tendo senso critico nem tentando nos aprofundar do que realmente se acontece, obtendo varias informações sobre o mesmo fato.

Principalmente nesse momento eleitoral, deveríamos enxergar com mais clareza o quanto nós eleitores, somos responsável para que imagens como essas continue fazendo parte do nosso dia a dia. Talvez muitos não tenham consciência do quanto estamos contribuímos para a continuidade dessas cenas, porém cada vez que nos esquivamos e anulamos nossa responsabilidade ao voto, facilitamos para a continuação da miséria, pois só através de atitudes cidadãs podemos construir uma sociedade melhor. Voto é uma responsabilidade individual que trás tanto benefícios quanto malefícios individuais e coletivos. Ele reflete no que será a sociedade amanhã.
Para quem tem interesse em ver a matéria completa, segue o link, http://www.cartacapital.com.br/cultura/calmo-e-dilacerante/

Elaine Vieira Silva e Shirley Rosana dos Santos



domingo, 16 de setembro de 2012

Aluno Virtual

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Muitos pais ficam preocupados com os conteúdos expostos na internet, e com toda razão, já que o acesso é ilimitado e sem controle, e quando não supervisionado se corre um sério risco do filho estar utilizando a internet de forma inadequada, há boas e más intenções, depende da forma como essa ferramenta é utilizada. Alguns pensam em proibir o acesso pelo fato de não haver o conhecimento pessoal na utilização do computador dentro de casa, o que não seria o mais sensato, já que uma hora ou outra a criança terá esse acesso, e se for orientado de como deve preceder diante de tal ferramenta, os pais não terão problemas com esse novo instrumento de estimulo ao estudo. 
É importantíssimo acompanhar o desenvolvimento e aprender o minimo para conseguir entender como o filho está utilizando a internet. Negar o acesso a rede, é prejudicial tanto no crescimento social quanto intelectual, já que quando usada de forma adequada a internet é uma fonte vasta de conhecimento. Procure fazer com que seu filho seja o aluno virtual, que é aquele que enxerga o computador junto com a internet como um livro virtual, onde quaisquer dúvidas, curiosidade e enriquecimento do conhecimento esteja ao seu alcance, deixe que ele utilize a internet como uma forma de obter resposta facilitando o aprendizado. O navegar para pesquisas ligadas ao conhecimento torna-se grandioso, esse simples clic abre o leque para diversas formas do aprender. 
Portanto barrar esse conhecimento não é a melhor forma de estimular o desenvolvimento pessoal do seu filho, e sim afastá-lo do decorrer natural da sociedade atual, além do mais você estará fazendo com que ele procure conhecer a internet em outros lugares, e muitas vezes de forma inadequada. Fica a dica: Se você não estiver junto ao seu filho, outras pessoas estarão, e nem sempre com boas intenções.

Edilaine Nascimento da Silva Elaine Vieira Silva, Priscila de Araujo Pither e Shirley Rosana dos Santos